Mostrando postagens com marcador Sociedade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Sociedade. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 19 de maio de 2009

Do Começo Ao Fim

O que falar deste filme ?
Bom, vou começar dizendo que é ótimo o cinema brasileiro começar a apresentar filmes que abordem um tema tão importante como a homossexualidade. Já esta na hora de encararmos a escolha da sexualidade como uma coisa normal, natural, saudável, enfim, sem tabus e sem preconceitos.
Penso que amar é um direito de todos, independente de qualquer coisa. Esse filme representa uma quebra da barreira que a sociedade tem com a massa GLBT. Vamos lançar uma caampanha pra encher os cinemas, Vamos mostrar ao mundo que somos inteligentes, lindos e poderosos.... (ok, ja me fechei..rs).

Bom, é isso, abaixo esta o trailer e um comentário sobre o filme que saiu na Revista Quem.
beijos a todos......



O filme "Do Começo ao Fim" tem como tema o incesto e a homossexualidade. O trailer, que foi disponibilizado na internet, mostra cenas de proximidade entres dois irmãos, filhos de pais diferentes, durante a infância. Um deles é Gabriel Kaufmann, que fez Francisco, o neto de Marta (Lília Cabral) em “Páginas da Vida”. O outro é Lucas Cotrim.

Adultos, depois da morte da mãe, eles passam a viver como casados e são interpretados por Rafael Cardoso e João Gabriel Vasconcellos. Júlia Lemmertz faz o papel da mãe dos dois e Fábio Assunção é o pai do filho mais novo. Para a segunda fase do filme, dirigido por Aluísio Abranches, Fábio foi maquiado para parecer mais velho.

A data da estréia ainda não foi marcada, mas a produtora Pequena Central, de Marco Nanini, planeja colocar o longa nos cinemas ainda este ano.

Guilherme Samora
Revista Quem

segunda-feira, 11 de maio de 2009

17 de Maio - “Dia Internacional Contra a Homofobia”

O dia 17 de Maio constituiu-se no “Dia Internacional Contra a Homofobia” em virtude da retirada da homossexualidade da Classificação Internacional de Doenças, consequência da Assembleia Geral da OMS, realizada nesta data no ano de 1990. Esta data vem afirmar – e abarcar – a mutação de valores da sociedade a qual já teve a homossexualidade como pecado, crime e doença. Essa conquista e a especial atenção à homofobia é o paradigma a ser inserido na, ainda, heteronormativa sociedade que impõe comportamentos, sufocando a diversidade sexual. A importância de se determinar um marco histórico para o combate a homofobia tem em sua essência dar visibilidade ao movimento que visa a promoção e defesa dos direitos de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, bem como, fomentar políticas públicas, criar ações concretas que proporcionem a pulverização das informações que compreendem a realidade deste segmento da população. Entendemos que a informação é o real (e salutar) elo que pode vir formar uma nova realidade material de mudança, pois é através do fim da obscuridade que uma sociedade estrutura-se com princípios que impedem a intolerância e permitem a aceitação, a inserção e o respeito ao próximo em seu mais alto grau de cidadania. A determinação de estereótipos, de padrões arcaicos que já não coadunam com o século XXI persiste, e é neste momento que marcos como o dia 17 de Maio precisa constituir-se em pausas necessárias de reflexão com o intuito de sedimentar uma nova postura evitando tratamentos desiguais, os quais todos os dias transparecem em violência nas ruas, perante às travestis e transexuais trabalhadoras do sexo, em adolescentes vítimas bullying nas escolas, discriminações em locais de trabalho, e as mais variadas formas de violência físicas e morais, que ainda caracterizam e provam que a falta de informação é o objeto propulsor na luta pelo combate a Homofobia, e que o dia 17 de Maio não seja apenas uma data no calendário LGBT, e sim, um momento de percepção de mudanças de toda a sociedade.

Mario Netto
Advogado do “Grupo Dignidade” - Curitiba - Brasil

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Sentimento AMOR

Amor é o sentimento mais nobre e intenso da humanidade,há múltiplos significados para essa palavra,mas o conceito mais popular é o amor em que envolve outra pessoa emocionalmente,satisfazendo as motivações e sensações psicológicas para a extensão sentimental.

Quando amamos alguém necessitamos atingir as expectativas de reciprocidade.Nossos sensores emocionais são ativados tornando o meio ambiente mais agradável quando ao lado da pessoa amada. Não há regras ou controle quando falamos de amor, por isso ele pode ser encontrado em diferentes formas; envolvendo pessoas ou objetos. Independentemente de onde sustentamos esse sentimento, a capacidade de amar é irreversível e existe dentro de cada indivíduo.

Uma das questões mais cogitadas da atualidade é amar uma pessoa do mesmo sexo. Inevitavelmente questionamos o que levaria uma pessoa a sentir atração física por uma pessoa do mesmo sexo, ou mesmo que vagamente, nos surpreendemos quando nós mesmos nos perguntamos se somos homossexuais. Dificilmente é possível desenvolver a sexualidade dentro dos padrões afirmados pela sociedade. Ainda hoje o homossexualismo é encarado por alguns como uma doença ou desvio de comportamento, ao contrário disso; heteros, gays e lésbicas são igualmente interiorizados, mas se diferenciam ao tratarem da escolha do parceiro.

Não há uma resposta certa para saber sua orientação sexual. Há muitos jovens que acreditam ser só uma fase pela qual estão passando, mas raramente é só uma fase, uns compreendem seus sentimentos através de um relacionamento amoroso, outros dizem que foram os seus desejos sexuais que os fizeram perceber sua orientação sexual.

A descoberta do homossexualismo na adolescência interfere no bem estar do jovem por ser encarado de forma preconceituosa pela família e amigos. A reação dos pais se levantam a um sentimento de culpa sobre a má educação redirecionado aos filhos, se frustram ao saberem que seus filhos não serão como sonhado e colocam todas suas expectativas de vida como inalcançáveis. Por pensar assim a sociedade se coroe ignorantemente. Ser homossexual não impede realizações pessoais, assim como heterossexuais, gays e lésbicas podem atingir qualquer que sejam seus objetivos.

Ser homossexual não é uma opção, o desejo sexual e sentimental por pessoas do mesmo sexo surge naturalmente, a necessidade de amar e ser amado é tão intensa como em heterossexuais,o que é difícil é englobar esse fato numa sociedade preconceituosa.Porque seria tão irrealizável amar uma pessoa do mesmo sexo?

Na história da humanidade mais precisamente na idade antiga,o relacionamento homossexual era tipo como normal, na Grécia era valorizado o amor e a beleza na sua forma mais pura, sendo comum o relacionamento entre jovens e seus mentores. Em Roma, o homossexualismo também era uma prática comum, no entanto, um homem não poderia ser passivo sexualmente em relação a seus inferiores, havendo uma certa hierarquia de poder.

Hoje é encarado como uma doença por alguns, inferiorizado por outros, e até aceito.Ser homossexual é apenas uma forma diferente de manifestar a sexualidade, presente em todas as sociedades e culturas.Os problemas de homossexuais e heterossexuais são relativamente iguais.A maior dificuldade que o homossexual enfrenta é a própria aceitação,se sente culpado em sentir desejos considerados ‘'não naturais'', por ter medo de ser reprimido, ele tende a se esconder.Quando consegue aceitar sua própria natureza, criar vínculos com outros homossexuais, e se encaixar na sociedade ele pode ter uma vida saudável e feliz.

Por: Andréia - autoimagem.com

sábado, 8 de novembro de 2008

Homofobia


Hoje, o movimento GLBT do Brasil luta pela aprovação do Projeto de Lei da Câmara número 122, de 2006 contra crimes de Homofobia, criada pela deputada Iara Bernardi.

O Projeto torna crime a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero. Esta Lei demonstra a luta contra as diferenças, principalmente contra a homofobia.


Outra conquista do movimento GLBT aconteceu em 1992, onde foi criado o Dia Mundial Contra a Homofobia, pelo francês Louis-Georges Tin. A data escolhida foi 17 de maio, pois, neste mesmo dia , em 1990, a OMS (Organização Mundial da Saúde) retirou oficialmente o homossexualismo da Classificação Internacional de Doenças, onde era considerada uma doença mental.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

As Famílias no Século XXI

Cada vez mais a sociedade se depara com novas estruturas familiares. Para promover o produto Nebacetin, a empresa Nycomed criou uma campanha onde expõe várias dessas estruturas e suas diferenças...

Mas será que a sociedade está preparada para aceitar essas estruturas consideradas diferentes?

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

“São Paulo – Cidade das Diferenças”

A cidade de São Paulo é uma cidade onde todos os dias diversos tipos de culturas, etnias, raças, credos, cores e sabores convivem em harmonia. Aqui o moderno convive com o clássico, o erudito convive com o popular, o rock convive com o samba, o punk convive com o hippie.


Milhões de pessoas transitam por suas ruas e avenidas em busca de sonhos, realizações, trabalho, diversão e tudo que essa megalópole oferece. Imigrantes chegam de todas as partes do Brasil e do mundo e são rapidamente incorporados nesse caldeirão multi-cultural.


Dentro desse caos urbano, encontramos “pequenos países” como o bairro da Liberdade, reduto dos imigrantes japoneses, o Bexiga, reduto dos imigrantes italianos e outros bairros que representam a cultura de diversos povos.


São Paulo é considerada a capital econômica do Brasil. Aqui tendências são lançadas, gírias são inventadas, modas e modismos são criados extrapolando as fronteiras do nosso território.


Numa população de 10.812 milhões de pessoas, a diversidade também se reflete na orientação sexual de seus habitantes. Cada vez mais a população GLBT se faz presente e busca, apesar de todas as dificuldades, viver e participar dessa sociedade ativamente.

Esse blog faz parte do Projeto Acadêmico intitulado Observatório da Cidade da FESPSP, que tem como objetivo lançar um olhar sobre os acontecimentos e manifestações da cidade de São Paulo.


Nosso grupo escolheu o tema diversidade e a inclusão da comunidade GLBT na sociedade de São Paulo, por observarmos o crescimento da população GLBT, bem como, grande número de manifestações, eventos, lugares, publicações, entidades não-governamentais que estão surgindo em nossa cidade.

A Parada do Orgulho GLBT em sua 12ª edição, por exemplo, levou as ruas de São Paulo 3,4 milhões de pessoas entre gays, lésbicas, bissexuais, transexuais e simpatizantes, que reivindicavam questões importantes para a comunidade GLBT.


Nosso objetivo é entender a relação Sociedade X Comunidade GLBT e todos os temas que permeiam essa relação de diferenças, onde o respeito deve ser a principal ferramenta na luta pela igualdade.


“O que somos é conseqüência do que pensamos.”
Buda